Leia o excerto:
Quadros (2017) afirma que “a língua de sinais é traduzida como elemento constituidor dos surdos na relação com outros surdos e na produção de significados a respeito de si, de seu grupo, dos outros e de outros grupos. [...] Assim, o outro igual é aquele que usa a mesma língua e que consegue trilhar alguns caminhos comuns que possibilitam o entendimento sem esforços de outra ordem” (p.35). Nesse excerto, a autora ressalta a língua de sinais enquanto uma marca: