Na fase de lactação, deve-se ter atenção especial com a mastite, doença que causa grandes prejuízos para a atividade leiteira. Em relação à mastite, correlacione a COLUNA B com as definições disponíveis na COLUNA A.
COLUNA A
I. Mastite contagiosa.
II. Mastite ambiental.
III. Mastite clínica.
IV. Mastite subclínica.
COLUNA B
( ) É mais fácil de ser percebida, pois geralmente causa diminuição na ingestão de alimentos, a vaca fica com o úbere inflamado (com aumento de volume, avermelhado e quente) e o leite com grumos, pus ou sangue. Para melhor controle desse tipo de mastite, deve-se fazer o teste da caneca de fundo preto em todas as vacas e em todas as ordenhas. Além do teste da caneca, pode ser feita a palpação do úbere nos casos de suspeita de mastite. Úbere mais rígido que o normal, quente e avermelhado, é sinal de mastite.
( ) É mais difícil de ser percebida, pois a vaca não apresenta sintomas claros do problema, a não ser pequena queda na produção de leite. Pode ser detectada pelos testes de contagem de células somáticas no leite - CCS ou pelo Califórnia Mastite Teste – CMT.
( ) Causada por micróbios que estão presentes no úbere e são transmitidos pelas mãos do ordenhador e equipamentos de ordenha. Esses micróbios entram no canal do teto e causam a infecção. Esse tipo de mastite é facilmente transmitido de um animal para outro durante a ordenha, por isso a importância da adoção de boas práticas de higiene e desinfecção.
( ) Causada por micróbios presentes no ambiente (solo, camas, material vegetal, pisos dos currais etc.), ocorrendo com maior frequência em períodos quentes e úmidos. O maior risco de contágio é logo após a ordenha, quando os esfíncteres (orifícios) dos tetos ainda estão abertos e a vaca deita sobre solo ou material contaminado, facilitando a entrada de micro-organismos no canal do teto, o que leva à infecção.
Marque a opção que apresenta a sequência CORRETA.