A contagem de reticulócitos no sangue periférico é uma
determinação valiosa no laboratório de hematologia por
ser um indicador sensível da atividade eritropoiética da
medula óssea, tanto no diagnóstico e acompanhamento
de anemias (de origem medular ou extramedular) quanto
no monitoramento de terapias e de transplante de
medula óssea.
LEONART, M. S. S.: Editorial e Comentários. Rev. Bras. Hematol. Hemoter. 31 (5). 2009.
A imagem a seguir remete a um exame de contagem de reticulócitos, no qual foi observada a presença de três diferentes tipos de eritroblastos em fases de maturação diferentes.
Disponível em: https://laces.icb.ufg.br/p/20104-alteracoes-patologicasserie-vermelha-sangue-periferico. Acesso em: 8 out. 2024.
Quais tipos de eritroblastos (indicados pela seta contínua, seta tracejada e as duas setas contínuas, respectivamente) deverão constar no laudo desse exame?
LEONART, M. S. S.: Editorial e Comentários. Rev. Bras. Hematol. Hemoter. 31 (5). 2009.
A imagem a seguir remete a um exame de contagem de reticulócitos, no qual foi observada a presença de três diferentes tipos de eritroblastos em fases de maturação diferentes.
Disponível em: https://laces.icb.ufg.br/p/20104-alteracoes-patologicasserie-vermelha-sangue-periferico. Acesso em: 8 out. 2024.
Quais tipos de eritroblastos (indicados pela seta contínua, seta tracejada e as duas setas contínuas, respectivamente) deverão constar no laudo desse exame?