Vários foram os papéis da agricultura de subsistência na Colônia portuguesa que se implantava. Destacaremos dois: o de ocupar a terra, desbravando-a e povoando-a e, ainda, o de organizar-se sob formas de trabalho familiar para produzir excedentes e atender, progressivamente, às necessidades dos núcleos urbanos em expansão, além de suprir as frotas que se dirigiam ao sul e à África.
(Maria Yedda Linhares. “Pecuária, alimentos e sistemas agrários no Brasil (séculos XVII e XVIII). In: Tempo. Vol. 1, nº 2, 1996.)
O excerto caracteriza a agricultura de subsistência no Brasil colonial como