“Lobo da Costa encarnou a boêmia literária no mais alto grau da neurose romântica e do abandono de si mesmo. Se a vida não lhe houvesse dado, desde a juventude, boa cópia de amargores, ele os teria criado, com o sentimento bovarista de que foi pródigo. Andejo como Villon, ressentido como Lord Byron, sentimental como Lamartine, pertenceu-lhes à família, talvez inconscientemente, porque a sua escassa cultura não lhe dava poderes para forçar o parentesco.”
(CESAR, Guilhermino. História da Literatura do Rio Grande do Sul (1737-1902). Porto Alegre: Editora Globo, 1956)
Dentre as características da poesia de Lobo da Costa, apontadas por Guilhermino Cesar, NÃO se encontra