"[...] a historiografia contemporânea tem recusado a representação desse movimento como uma filosofia unitária, um sistema doutrinário cerrado em si mesmo. Ao contrário, ele é representado ora como um espírito expresso em diferentes filosofias, ora como apoiado numa confiança no poder da razão e na capacidade humana de reorganizar a sociedade de acordo com princípios racionais, libertando os homens da adesão cega aos preconceitos, mitos e superstições que dão sustentação às diferentes formas de opressão".
Fonte (adaptada): CERQUEIRA, Hugo E. A. da Gama. Adam Smith e seu contexto. In: Economia e Sociedade, Campinas, v. 15, n. 1(26), p. 1-28, jan./jun. 2006. p. 3.
O trecho acima refere-se ao: