Referindo-se ao trabalho desenvolvido na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Universitário da Universidade da Região da campanha (Bagé – RS), a musicoterapeuta Ana Maria Delabary afirma que “com o doente que tem condições de se comunicar, geralmente é possível se fazer uma musicoterapia ativa”. Delabary se refere a uma das duas formas de aplicação da musicoterapia, que são: