Numa escola, um grupo musical compôs uma peça para voz e percussão corporal. A partitura dessa criação indicava que cada músico ocuparia o lugar de um grau dentro de uma escala diatônica. O primeiro, quarto e quinto graus da escala, além da referência de altura na composição, eram responsáveis pela execução dos sons percussivos graves produzidos pelo corpo. O segundo e sexto graus tocariam os sons agudos, assim como cantariam nas alturas para eles determinadas. O terceiro e sétimo graus possuíam liberdade para explorar os sons do corpo, além da responsabilidade voltada para altura de suas posições. Desta forma, a peça propunha um exercício de percepção melódica aliada à execução rítmica tendo o corpo como referência percussiva.
Respeitando a ordem proposta no enunciado, os termos primeiro, segundo, terceiro, quarto, quinto, sexto e sétimo graus podem ser substituídos por