Educação cooperativista: a cultura organizacional nas cooperativas brasileiras; a cooperativa e seus associados; a intervenção educativa nas cooperativas; o conteúdo da educação cooperativista.
Schneider e Hendges (2006) afirmaram o seguinte: “É através da educação cooperativa que se deve dissociar da reprodução de ações e incentivar a inovação e as ideias que tragam benefícios a todos e diminuam as desigualdades. Nesse contexto, o papel do técnico em cooperativismo ganha uma responsabilidade e um desafio. Ele será o agente de articulação entre a cooperativa e os associados, ele apresentará os objetivos da cooperativa, suas estratégias, necessidades, limitações, bem como reconhecerá todos esses mesmos elementos da parte dos associados.” Por este conceito os autores pregam o modelo participativo e dialógico de educação de Paulo Freire, no qual alunos são incentivados a participar do processo educativo ou a acrescentar as suas experiências e vivências ao aprendizado, e a minimização do modelo bancário, também conceituado por este autor como sendo a transmissão do conhecimento para os alunos, de forma que estes venham apenas a reproduzi-lo.
Assinale a alternativa abaixo que apresenta um aspecto da forma tradicional ou bancária de conduzir o processo de ensino e aprendizagem em uma cooperativa e que, portanto, deve ser evitado.