O historiador Jean-François Sirinelli (2015), ao discutir a problemática dos Estados-Nação na atualidade, refere-se à sociedade francesa como portadora seja de uma “cultura histórica partilhada” ou de “memórias estilhaçadas”. Segundo o autor, “o tempo medido e pensado, de fato, é também um tempo transmitido, já que os grupos humanos elaboram uma narrativa do tempo transcorrido. Esse relato, no entanto, não é apenas o fruto dessa ciência histórica e a transmissão das suas aquisições racionalmente estabelecidas”.
Sobre o enunciado, é INCORRETO afirmar que o autor pretendeu