Até meados do século XVI, os surdos eram vistos como ineducáveis, sendo considerados como inúteis à coletividade. A partir do início do século XVI, portanto, há registros de algumas experiências de educação de surdos. Já no século XVIII, surgem vários educadores de surdos que desenvolveram metodologias voltadas para essas pessoas, destacando-se o abade francês Charles Michel de L'Epée (MESERLIAN; VITALIANO, 2009). Marque a alternativa que não se refere à proposta de educação de surdos de L’Epée: