Pacientes com SCA (Síndrome Coronariana Aguda) devem ser prontamente avaliados quanto ao seu risco de complicações isquêmicas e hemorrágicas. Diversas ferramentas foram idealizadas com esse intuito e, em conjunto com o julgamento clínico, podem auxiliar a definir quais pacientes se beneficiam de internação, exames complementares e tratamento específico.
Sobre ferramentas diagnósticas e exames laboratoriais em cardiologia, analise as afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).
( ) O ECG (eletrocardiograma) de 12 derivações é a primeira ferramenta diagnóstica no manejo de pacientes com SCA suspeita. Idealmente, deve ser realizado e interpretado no atendimento pré-hospitalar ou em até 10min após a admissão hospitalar.
( ) Em pacientes que se apresentam com quadro sugestivo de SCA, nos quais o diagnóstico de IAM (Infarto Agudo do Miocárdio) não está estabelecido, os biomarcadores cardíacos são úteis para confirmar o diagnóstico de infarto.
( ) As troponinas são proteínas do complexo de regulação miofibrilar presentes no músculo estriado cardíaco. As troponinas são os biomarcadores de primeira escolha para avaliação diagnóstica de pacientes com suspeita de IAM, pois apresentam acurácia diagnóstica superior à da CK-MB (creatinoquinase MB) e dos demais biomarcadores de lesão miocárdica.
( ) Pacientes de risco baixo (clínica e ECG) e com biomarcadores normais devem ser encaminhados para teste ergométrico após 9 a 12h em observação. No entanto, devem ser afastadas as situações de SCA de moderado a alto risco e alto risco, doenças agudas da aorta, tromboembolismo pulmonar, miocardite e pericardite, pois são contraindicações absolutas para realizar esse exame.
( ) Diretrizes internacionais recomendam o emprego da imagem de perfusão miocárdica (cintilografia de perfusão miocárdica) em repouso na dor torácica aguda para estratificação de risco em pacientes com suspeita de SCA e ECG não diagnóstico.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.