A Polícia Federal apontou, recentemente, um elo entre uma facção criminosa brasileira e traficantes de origem libanesa ligados ao Hezbollah. Trata-se de mais um indício de que a globalização também é marcada pela atuação em rede, em âmbito mundial, do crime organizado. A própria ONU tem alertado para a adesão, em escala sem precedentes na história, de estrangeiros, especialmente jovens, a organizações terroristas. Entre essas organizações, destaca-se atualmente uma que prima pela violência de seus métodos, os quais incluem a decapitação das vítimas, com imagens gravadas e postas em circulação em todo o mundo. A referida organização atua principalmente na Síria e no Iraque e se autodenomina