“(...) se vamos à essência de nossa formação veremos que na realidade nos constituímos para fornecer açúcar, tabaco, alguns outros gêneros (...) e, em seguida, café, para o comércio europeu (...). É com tal objetivo (...) que se organizaram a sociedade e a economia brasileiras”.
PRADO Jr., Caio. Formação do Brasil contemporâneo. São Paulo: Brasiliense, 1977, p. 19.
A obra de Caio Prado Jr. forneceu um paradigma para a explicação da sociedade e economia coloniais em termos estruturais, em torno da ideia de um “sentido da colonização”, que se explica: