Na atenção às condições crônicas, existem diferentes formas de estratificação. A orientação do Ministério da Saúde (Caderno 35 – Estratégias para cuidado de pessoas com doenças crônicas) é que se busque identificar os grupos de pessoas com semelhantes necessidades, de acordo com dois critérios (MENDES, 2012): a severidade da condição crônica estabelecida e a capacidade de autocuidado, que contempla aspectos socioeconômicos e culturais, o grau de confiança e o apoio que as pessoas têm para cuidar de si mesmas. Existem 4 graus de severidade das condições crônicas cardiovasculares. O grau 1, de menor severidade, classifica pela presença de fatores de risco ligados aos comportamentos e estilos de vida na ausência de doenças cardiovasculares. Quais dos exemplos abaixo fazem parte do grau 1?
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