Segundo Coriat, os paradigmas clássicos da Organização do Trabalho, cujas bases encontram-se no taylorismo e no fordismo, estão sendo renovados ou substituídos por novos paradigmas. Há duas séries de novas exigências: renovar os suportes e os mecanismos clássicos para o desempenho dos ganhos de produtividade; e obter dos equipamentos de suas combinações a capacidade de fabricação em lotes de produtos diferenciados.
Os novos paradigmas são baseados na busca por: