A utilização de escalas para avaliar mobilidade permite a descrição da capacidade do paciente em realizar diversas atividades que exigem diferentes níveis de capacidade física, desde tarefas de autocuidado até deambulação. A condição para realizar essas tarefas tem íntima associação com as diversas variáveis que compõem a função neuromioarticular e a função cardiorrespiratória. Assim, várias escalas vêm sendo aprimoradas tendo como base a estrutura da Classificação Internacional de Funcionalidade (CIF). Dessa forma, as escalas que mais se destacam para avaliação precisa desses aspectos e caracterizadas como capacidade preditiva para alta hospitalar são, exceto: