As Distrofias Musculares Congênitas (DMC) se referem a um grupo heterogêneo de distrofias musculares de início precoce. As crianças afetadas costumam ser sintomáticas ao nascimento ou depois dos primeiros seis meses de vida. As principais características clínicas incluem baixo tônus, fraqueza muscular e diminuição dos reflexos profundos tendíneos, com ou sem contraturas articulares. Disfagia e insuficiência respiratória são comuns; características adicionais devem incluir microcefalia, anormalidades dos olhos, malformação cerebral, hiperlassidão dos ligamentos articulares, atrofia muscular ou hipertrofia. O fisioterapeuta deve acompanhar a progressão da doença, a fim de promover a prevenção contra a instalação de contraturas articulares de maneira precoce. Enquanto a criança tem a capacidade de deambular, a ocorrência de contraturas das articulações dos quadris e tornozelos deve ser monitorada até que a criança se torne cadeirante. Em 2002, Eagle (nível de evidência 5) publicou um consenso de especialistas em doenças neuromusculares do Reino Unido que oferece recomendações para o manejo por meio de exercícios. De acordo com tal consenso, bem como o que a fisioterapia deve contemplar na fase inicial (fase de ambulação) da Distrofia Muscular de Duchenne (DMD), marque V paras as afirmativas corretas e F para as falsas.
( ) Alongamentos diários dos músculos gastrocnêmio e sóleo, flexores do quadril e isquiotibiais.
( ) Incentivo aos exercícios ativos e voluntários como natação, hidroterapia e uso de bicicletas.
( ) Atividades excêntricas, como descida de escadas e rampas, devem ser evitadas.
A sequência está correta em