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3428457 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Unique
Orgão: CIVAP
Provas:

Poema

ó sino, de minha aldeia,
Dolente na tarde calma,
Cada tua badalada

Soa dentro de minha alma.

E é tão lento o teu soar,
Tão como triste da vida,
Que já a primeira pancada
Tem o som de repetida.

Por mais que tanjas perto,
Quando passo sempre errante,
És para mim como um sonho,
Soas-me na alma distante.

A cada pancada tua,
Vibrante no céu aberto.
Sinto mais longe o passado,
Sinto saudade de perto.

PESSOA, Fernando. Poema.

Disponível em:

https://www.domingopublico.gov.br/download/texto/ph000003.pdf Acesso em: 02 fev. 2023

Há, na segunda estrofe do poema, uma locução conjuntiva multo Importante para estrutura do texto. Marque a alternativa que contenha o valor semântico dessa locução conjuntiva

 

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