Atenção: use o caso a seguir para responder às duas próximas questões.
Mulher de 65 anos, hipertensa, diabética e dislipidêmica em acompanhamento regular e previamente assintomática, é atendida na emergência de um hospital terciário devido à dor torácica retroesternal súbita em aperto, de início há 50 minutos após uma discussão familiar. Relata uso prévio de metformina, dapaglifozina, atorvastatina e valsartana, negando outras comorbidades.
Ao exame: acordada, com fáscies de dor aguda, taquipneica em ar ambiente, sem esforço, sudoreica, corada, acianótica. FC: 96 bpm; PA: 146x90 mmHg no braço direito e 150x88 mmHg no braço esquerdo. MVUA com crepitação fina nas bases bilateralmente. Ritmo cardíaco regular em 3 tempos (B4), bulhas normofonéticas, sem sopros ou turgência jugular patológica a 90º. Pulsos radiais simétricos. O ECG de admissão está abaixo.

Em seguida, a paciente foi imediatamente encaminhada para a hemodinâmica, apresentando apenas a alteração demonstrada nas seguintes incidências:

Durante a coronariografia, a paciente evoluiu com hipotensão arterial e piora da função ventricular, sendo inserido um balão intra-aórtico durante o procedimento. Entretanto, não houve melhora hemodinâmica significativa mesmo após o posicionamento correto do dispositivo, com programação de insuflação na proporção 1:1. A paciente permanecia em ritmo sinusal e a sincronização foi realizada através do eletrocardiograma, que estava adequadamente registrado.
As seguintes curvas de pressão arterial (A) e insuflação do balão (B) foram visualizadas a partir do console do dispositivo.

Analisando as curvas, uma justificativa para a ausência de resposta hemodinâmica mostrada é