Ao se falar em produtividade, competitividade, gestão da qualidade, melhoria dos processos, excelência nos serviços e alcance de metas, inevitavelmente se depara com dois conceitos largamente utilizados em gestão e administração das empresas: eficiência e eficácia. Uma atividade pode ser desempenhada com eficiência, porém sem eficácia e vice-versa.
A aborda o modo como executamos uma atividade (como fazê-la), e não o que fazer ou qual atividade devemos realizar. É um conceito o qual consiste em fazer certo as coisas que nos são atribuídas, estando geralmente ligadas ao nível operacional da organização. Dizemos que uma operação foi realizada de forma quando esta consumiu o mínimo de recursos na obtenção de um determinado resultado, ou seja, quando se realizou uma operação com o mínimo de recursos, tempo, pessoas, orçamento, dentre outros quesitos.
A melhora as operações, otimizando-as de maneira contínua. É por meio de padronização e especialização que as empresas atuais procuram obter o máximo de rendimento com a menor quantidade possível de recursos, seja ele humano, financeiro, ou material. Se uma empresa é mais do que seus concorrentes, ela consegue produzir a custos menores, adquirindo vantagem estratégica.
A trata do que fazer, quais atividades executar, realizando-as da maneira certa, alinhada à decisão de qual o melhor caminho a ser seguido. De forma resumida, ela caracteriza-se pela excelência na execução da atividade, fazendo o que for necessário para alcançar um determinado resultado, tendo em vista também a satisfação de uma necessidade e o alcance de um objetivo. Na forma de conceito, ela mede a relação entre os resultados obtidos mediante os objetivos pretendidos pela empresa, ou seja, se foram realizados (alcançados) da maneira que deveriam ter sido.
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