“A pequena ferrovia de Jatobá a Piranhas, contornando a cachoeira de Paulo Afonso, e outra, a Madeira-Mamoré determinada
aliás, esta última, por outros fatores, de natureza política e internacional, são como ecos longínquos e apagados daquela obra.
Nenhuma das duas estradas vingou, e ambas apenas vegetam numa vida obscura e por enquanto ainda sem perspectivas. Não
chegou ainda a hora de reatarmos uma tradição e uma tendência, de tão grande alcance para a nacionalidade, e que o progresso
veio tão paradoxalmente abafar.”
(Adapt. PRADO JÚNIOR, Caio. Formação do Brasil contemporâneo. São Paulo: Brasiliense, 1961. p. 263.)
A historiografia destaca que determinadas obras ferroviárias do século XIX e início do século XX responderam a motivações distintas. Considerando as afirmativas a seguir, é correto afirmar que a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré:
(Adapt. PRADO JÚNIOR, Caio. Formação do Brasil contemporâneo. São Paulo: Brasiliense, 1961. p. 263.)
A historiografia destaca que determinadas obras ferroviárias do século XIX e início do século XX responderam a motivações distintas. Considerando as afirmativas a seguir, é correto afirmar que a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré: