Para romper com o enfoque compensatório no atendimento especializado do aluno com deficiência, é preciso
compreender esse atendimento como equivalente ao reforço escolar, dadas as dificuldades de assimilação do aluno com deficiência mental.
privilegiar nesse atendimento a construção ativa dos saberes escolares, condição para a ultrapassagem das barreiras impostas pela deficiência mental.
condicionar o atendimento educacional especializado aos conhecimentos da área clínica, em especial, a psicologia, a neurologia e a fonoaudiologia.
planejar e realizar esse atendimento com base na lógica do ensino concreto, pois o aluno com deficiência mental não é capaz de agir cognitivamente no plano da abstração e da simbolização.
trabalhar, por meio desse atendimento, as habilidades perceptivo-motoras do aluno, estimulando ações que envolvam memória, atenção e repetição.
Olá, para continuar, precisamos criar uma conta! É rápido e grátis.