Segundo Strobel (2009), há visões diferenciadas sobre a história da educação dos surdos, citando a autora três dessas visões: o historicismo, a história cultural e a história crítica. Sobre a forma como a educação dos surdos é narrada em cada uma dessas visões, julgue (V) para verdadeiro e (F) para falso nas afirmações a seguir:
( ) No historicismo, os surdos são narrados como deficientes e patológicos, por isso, a educação deve ter um caráter clínico-terapêutico e de reabilitação, e a língua de sinais é considerada prejudicial aos surdos.
( ) Na história cultural, os surdos são narrados como sujeitos com experiências visuais, sendo, portanto, as identidades surdas múltiplas e multifacetadas. Assim, a educação de surdos deve ter respeito à diferença cultural e a língua de sinais é concebida como manifestação da diferença linguística-cultural relativa aos surdos.
( ) Na história crítica, os surdos são narrados como “coitadinhos" que precisam de ajuda para se promoverem, se integrarem, pois apesar de terem capacidade, são dependentes. Nessa perspectiva, a educação é vista como caridade, e os surdos “precisam” de ajuda para apoio escolar, porque têm dificuldades de acompanhar. A língua de sinais é usada como apoio ou recurso.
A sequência que responde corretamente é: