As estratégias de fisioterapia respiratória, de mobilização e de exercícios terapêuticos precoces destinados aos pacientes internados, especialmente perante cuidados intensivos, fazem parte da rotina dos melhores hospitais do Brasil e do mundo. Não resta dúvidas que essas estratégias são necessárias e benéficas para a maioria dos pacientes, o que provavelmente não deve diferir em se tratando dos pacientes com Covid-19, em virtude do alto risco para desenvolvimento da fraqueza muscular adquirida na Unidade de Terapia Intensiva (FMA-UTI) e potencial declínio funcional, fruto das comorbidades associadas, do processo inflamatório, do tempo prolongado de internamento e ventilação mecânica, além de todos os fatores de risco comuns aos pacientes críticos.
Considerando o texto motivador e os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
De acordo com a recomendação da Associação Brasileira de Fisioterapia Respiratória (ASSOBRAFIR) sobre a atuação do fisioterapeuta durante a parada cardiopulmonar em pacientes Covid-19. As ventilações devem ser realizadas via ventilação com pressão positiva manual (bolsa, válvula, máscara), a qual garante melhor expansibilidade e oferta de oxigênio suplementar.