Nos últimos anos, o número de indivíduos que necessitam de internações hospitalares tem aumentado de forma alarmante. No Brasil, somente no ano de 2016, foram contabilizadas pelo Sistema Único de Saúde Pública (SUS) mais de 11 milhões de internações hospitalares, sendo mais de 800 mil de alta complexidade. Sabe-se que os danos clínicos causados pela doença de base, somados ao tempo de permanência em unidades de cuidado intensivo, acarretam a esses pacientes complicações de ordem mental, psicológica e, sobretudo, funcional. Estamos diante, portanto, da premissa básica do cuidado multiprofissional, da importância da busca ativa por instrumentos de avaliação e detecção precoce de distúrbios limitantes, que impactam, desde a alta da unidade, alta hospitalar até retomada às atividades diárias. Diante disso, é cada vez mais importante desenvolver uma avaliação dentro da unidade de terapia intensiva de forma minuciosa. Com relação à avaliação de pacientes internados em UTI, pode-se dizer que:
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