Mais do que um movimento intelectual, o iluminismo foi o marco fundamental de uma nova forma de organizar a sociedade, substituindo o critério nobiliárquico pelo do capital, como forma de diferenciação, e limitando claramente o poder de ingerência do Estado, transformando este de legitimador de si mesmo em instrumento de concretização de demandas populares ou, numa visão crítica, em mecanismo de maximização do lucro dos donos do capital. Um dos pontos que levaram os iluministas a reflexões profundas diz respeito à índole do ser humano e a sua capacidade e necessidade de ser controlada.
Sobre as divergentes concepções a respeito do tema, é correto afirmar que