Leia o texto a seguir e responda às questões 37 e 38.
Em busca de um método: as estratégias do fazer História
Falar de método é falar de um como, de uma estratégia, de abordagem, de um saber-fazer. Formulada a pergunta que constrói o tema como objeto a partir de um referencial teórico dado, como trabalhar os inícios ou traços que chegam desde o passado?
É a questão formulada, ou o problema que ilumina o olhar do historiador, que transforma os vestígios do passado em fonte ou documento, mas é preciso fazê-lo falar. Caso contrário, eles revelam somente a existência de um outro tempo, de um antigo, em que os homens falavam diferente, nesse país estranho do passado, como David Lowenthal, retornando as palavras de L.P. Hartley.
Mas, afinal, qual seria o método do historiador e, particularmente, esse método concebido pela História Cultural? (Pesavento, 2003)
Fonte: PESAVENTO, Sandra Jatahy. História & História Cultural. Belo Horizonte: Autêntica, 2003.
Tendo como premissa as religiosidades nos primeiros séculos da História do Brasil, analise as assertivas a seguir.
I- No século XVI, início do processo de colonização, só há registros de duas ordens religiosas, os franciscanos e os jesuítas, destacando o trabalho dos inacianos com a catequese dos povos originários.
II- Os primeiros religiosos a desembarcar na América portuguesa foram os jesuítas, que tiveram um papel relevante no processo educacional da colônia – fundando escolas e trabalhando nas reduções com o objetivo de “civilizar” os povos nativos.
III- Muitos dos elementos rituais que se encontram no candomblé baiano e xangôs do Nordeste já estavam presentes nesses rituais, na América portuguesa: o emprego de galos e galinhas nos sacrifícios de animais, a predominância feminina, o destaque de uma das dançantes identificada ao líder cerimonial, a possessão e o transe ao som de atabaques.
É CORRETO o que se afirma em: