No Compêndio de Filosofia, organizado por Nicholas Bunnin e E. P Tsui-James (2002), há um capítulo específico sobre epistemologia, em que A. C. Grayling caracteriza um tipo de postura epistemológica.
Leia a caracterização apresentada pelo autor
Uma classe de teorias da justificação emprega a metáfora de um edifício. A maioria de nossas crenças comuns requer apoio de outras; justificamos uma dada crença recorrendo a outra, ou outras, na qual ela se baseia. Porém, se a cadeia de crenças justificadas regredisse ao infinito, sem terminar numa crença que seja, de certo modo, segura, fornecendo assim uma fundação para as outras, aparentemente teríamos uma falta de justificação para qualquer crença da cadeia. Mostra-se necessário, por conseguinte, que haja crenças que não necessitem de justificação, ou que, de certo modo, se autojustifiquem, para poderem servir de base epistêmica
(BUNIN; TSUI-JAMES, 2002, p. 42).
A alternativa que nomeia corretamente a postura epistemológica em questão é