Foram encontradas 40 questões.
Sobre a epistemologia do filósofo John Locke, são feitas as seguintes afirmativas:
I. O filósofo J. Locke é corretamente arrolado entre os empiristas, pois ele defende a tese de que não há ideias inatas. Todo conhecimento deriva dos sentidos.
II. No Ensaio Sobre o Entendimento Humano, Locke promove as seguintes distinções: ideias simples e complexas; ideias de sensação e de reflexão. Há ideias simples tanto de sensação como de reflexão.
III. A teoria do conhecimento de Locke nega que haja princípios especulativos inatos, mas afirma que há princípios práticos inatos. Tais princípios são os responsáveis pela ação moral.
IV. As únicas ideias inatas aceitas por Locke são as ideias de Deus e dos números, sendo Deus uma ideia simples e os números ideias complexas.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
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Sobre a obra Meditações Metafísicas, de René Descartes são feitas as seguintes afirmativas:
I. Na primeira meditação, Descartes parte da constatação de que é preciso desfazer-se de todas as opiniões que acolhera anteriormente para estabelecer as bases de um conhecimento firme e seguro nas ciências.
II. Os argumentos dos sentidos enganadores, do sonho e do gênio maligno permitem universalizar a dúvida a todos os recantos, embora não sejam suficientes para impedir a intuição da primeira certeza: penso, logo existo (cogito, ergo sum).
III. A dúvida cética universalizada tem seu fim na apresentação do cogito, que, a partir de então, garante todas as certezas sensíveis instantaneamente.
IV. As ideias claras e distintas não podem estender certezas, pois a faculdade cognitiva humana é sempre deformada pelos instintos, não permitindo que se chegue a nenhum tipo de conhecimento.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
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No Compêndio de Filosofia, organizado por Nicholas Bunnin e E. P Tsui-James (2002), há um capítulo específico sobre epistemologia, em que A. C. Grayling caracteriza um tipo de postura epistemológica.
Leia a caracterização apresentada pelo autor
Uma classe de teorias da justificação emprega a metáfora de um edifício. A maioria de nossas crenças comuns requer apoio de outras; justificamos uma dada crença recorrendo a outra, ou outras, na qual ela se baseia. Porém, se a cadeia de crenças justificadas regredisse ao infinito, sem terminar numa crença que seja, de certo modo, segura, fornecendo assim uma fundação para as outras, aparentemente teríamos uma falta de justificação para qualquer crença da cadeia. Mostra-se necessário, por conseguinte, que haja crenças que não necessitem de justificação, ou que, de certo modo, se autojustifiquem, para poderem servir de base epistêmica
(BUNIN; TSUI-JAMES, 2002, p. 42).
A alternativa que nomeia corretamente a postura epistemológica em questão é
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Segundo o autor de Contra o Método, a Ciência não é necessariamente superior a outras áreas do conhecimento, como, por exemplo, o Marxismo ou a Astrologia. Não existe um método científico universal a que todas as formas de conhecimento devam se conformar.
O filósofo que defende essa questão é
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No volume I da obra História da Filosofia, de Giovanni Reale e Dario Antiseri (1990), os autores explicam que, de acordo com o pensamento de Epicuro,
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Conforme explicam Gilberto Cotrim e Mirna Fernandes (2010), o mito da caverna é utilizado por Platão para justificar que o rei- filósofo é aquele que
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Conforme explicam Giovanni Reale e Dario Antiseri (1990), o problema dos universais, que versava sobre a relação entre voces e res, ou seja, entre linguagem e realidade, esteve na Idade Média no centro dos estudos gramaticais e da dialética. Em vista de resolvê-lo, foram formuladas pelos autores medievais três diferentes teorias para explicar o estatuto dos chamados universais.
Relacione o nome destas teorias, constantes na primeira coluna, com suas características e seus respectivos autores, constantes na segunda coluna.
Teorias
(1) Realismo
(2) Nominalismo
(3) Realismo Moderado
(1) Realismo
(2) Nominalismo
(3) Realismo Moderado
Autores/Características
( ) Pedro Abelardo.
( ) Segundo esta teoria, os termos universais são res ou entidades metafísicas subsistentes.
( ) Roscelin de Compiègne.
( ) Os universais não têm nenhum valor, nem semântico nem predicativo, não podendo se referir a nenhuma res.
( ) Guilherme de Champeaux
( ) O universal é um discurso mental que brota de um processo de abstração e gera a intelecção das coisas, às quais por convenção humana, foi vinculado, com a função de significar o estatuto comum de pluralidade de sujeitos.
( ) Os universais são meros flatus vocis, ou seja, simples emissões de vocábulos.
( ) Pedro Abelardo.
( ) Segundo esta teoria, os termos universais são res ou entidades metafísicas subsistentes.
( ) Roscelin de Compiègne.
( ) Os universais não têm nenhum valor, nem semântico nem predicativo, não podendo se referir a nenhuma res.
( ) Guilherme de Champeaux
( ) O universal é um discurso mental que brota de um processo de abstração e gera a intelecção das coisas, às quais por convenção humana, foi vinculado, com a função de significar o estatuto comum de pluralidade de sujeitos.
( ) Os universais são meros flatus vocis, ou seja, simples emissões de vocábulos.
A ordem correta, de cima para baixo, é
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Sobre o pensamento expresso por Aristóteles no Livro IV (Gama) caps. 1-2 de sua Metafísica, são feitas as seguintes afirmativas:
I. A Metafísica é uma ciência que não estuda o ser e as propriedades que lhe competem sob um aspecto particular ou limitado, como o estudam as ditas ciências particulares, mas que o estuda universalmente.
II. A Metafísica é uma espécie de aitiologia, ou seja, uma ciência das causas e dos princípios supremos, visto que a investigação do ser, enquanto ser, dá-se a partir da investigação de suas causas e princípios supremos.
III. Embora o ser tenha uma multiplicidade de significados, isto é, seja polívoco, todos os múltiplos significados do ser implicam de diferentes maneiras uma referência unitária ao primeiro e fundamental significado do ser, que é o de substância (ousia).
IV. Compete à mesma ciência que estuda o ser e o um também investigar o que é contrário, o múltiplo e todas as noções conexas ao múltiplo: privação, negação, diversidade, dessemelhança, desigualdade, contrariedade e diferença.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
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Sobre a questão da indução são feitas as seguintes afirmativas:
I. A indução é um procedimento que leva do particular ao universal.
II. A indução, para Hume, não possui validade lógica. Ela é fundada no hábito, não na razão.
III. Karl Popper ataca o problema da indução afirmando que o procedimento indutivo, embora não seja válido estritamente, pode atingir algum grau de probabilidade.
IV. Popper nega a validade do procedimento indutivo, seja ela uma validade lógica ou probabilística.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
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Conforme a explicação sobre a ética kantiana de Gilberto Cotrim e Mirna Fernandes (2010), na obra Fundamentos de Filosofia, é correto afirmar que:
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