Nesses tempos multi-informacionais, que colocam a necessidade da discussão sobre a regulação das mídias sociais para coibir a disseminação das chamadas fake News, Freitas Giovanette, no seu artigo para a Revista Hydra, abordou o negacionismo e os combates em relação à memória do tema da ditadura civil militar: um conjunto de narrativas “politicamente incorretas” , pautadas em negacionismos da história que pretendem “desqualificar o papel do professor e de pesquisas históricas que não atendam as demandas políticas e os interesses desses novos produtores”. O discurso desses “novos atores” está frequentemente pautado na defesa de que possuem a verdade sobre o passado e que serão os responsáveis por narrar o que os professores de História intencionalmente esconderam dos alunos.
(de Freitas Giovanette, M. (2023).
O ENSINO DE HISTÓRIA DA DITADURA MILITAR BRASILEIRA EM DISPUTA: DO NEGACIONISMO AS
SAÍDAS POSSÍVEIS. Revista Hydra: Revista Discente De História Da UNIFESP, 6(12). https://doi.org/10.34024/hydra.2023.v6.14471. P. 70. Adaptado)
Sobre esse negacionismo apontado pelo autor, só é CORRETO afirmar: