O curso clínico do DTM não reflete a presença de doenças progressivas, mas de um distúrbio complexo moldado por muitos fatores interativos como estresse, ansiedade e depressão, que ajudam a manter a doença. Dores de cabeça, dor orofacial, dor de ouvido e dor no pescoço são queixas comuns. A dor persistente ou recorrente é considerada a principal razão pela qual mais de 90% dos pacientes procuram intervenção. Portanto, os diagnósticos de DTM devem incluir várias considerações; analise-as.
I. Músculos da mandíbula; estruturas articulares de cartilagem e de osso; e, estruturas faciais.
II. Estruturas articulares de tecido mole; incluindo o disco articular e a membrana sinovial; e, função articular e mandibular.
III. Função da coluna torácica superior e cervical; e, postura e disfunção.
IV. Doença sistêmica e assuntos psicossociais.
Está correto o que se afirma em