Em tempos de aprofundamento da mundialização do capital, de perdas de direitos, de degradação da vida humana e da natureza, que se expressa de diversas formas, como em racismo, xenofobia, transfobia, violências contra mulher, contra povos indígenas, imigrantes, idosos, crianças, intolerância religiosa, etc, torna necessária a reflexão crítica e ética no trabalho do(a) assistente social. Exige, sobretudo, considerar os avanços da profissão no que se refere à ruptura com o conservadorismo ético que se materializa a partir da década de 1980. Destaca se, nesse contexto, a ética e sua fundamentação ontológica como parte constitutiva da práxis. Nesse sentido, os valores são produtos da práxis e, por isso. se
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