O livro “Grafia Braille para a Língua Portuguesa”, lançado pelo Ministério da Educação, é resultado de um trabalho conjunto das Comissões de Braille do Brasil e de Portugal. Trata-se de um documento normatizador e de consulta, destinado especialmente a professores, transcritores, revisores e usuários do Sistema Braille. “O principal objetivo dos técnicos que elaboraram este documento foi permitir que o Sistema Braille continuasse sendo o instrumento fundamental na educação, reabilitação e profissionalização das pessoas cegas” (BRASIL, 2006, p. 14). Sobre as regras da grafia braile, assinale (V) para Verdadeiro e (F) para Falso:
( ) Para facilmente se identificarem e estabelecer exatamente a sua posição relativa, os pontos são numerados de cima para baixo e da direita para a esquerda.
( ) Especiais cuidados devem ser tomados para a inserção de referências no final de textos. Assim, autores, obras de onde os textos foram extraídos, etc., nunca deverão ficar em página diferente daquela em que o texto terminar. ( ) Um texto nunca deve terminar num princípio de página.
( ) Na transcrição para braille, deve seguir-se o mais possível a disposição de qualquer texto em tinta, tendo sempre em conta, no entanto, as especificidades da leitura tátil.
A sequência que responde corretamente é: