Sobre reabilitação de pacientes adultos com doenças neuromusculares, é correto afirmar
que o treinamento de força muscular com exercícios resistidos parece não ser indicado para as doenças neuromusculares de lenta progressão, enquanto, para as de avanço mais rápido, o treinamento com carga permanece altamente recomendado.
que, embora não exista consenso na literatura quanto ao impacto do treinamento aeróbico sobre a funcionalidade física, os exercícios aeróbicos de baixo impacto, como caminhada, natação, bicicleta ergométrica, melhoram a função cardiopulmonar e a resistência muscular à fadiga e oferecem como benefícios auxílio no combate à depressão, manutenção do peso corporal ideal e aumento da tolerância à dor.
que a fadiga tem sido frequentemente descrita como excessivo cansaço, falta de energia e sensação de exaustão, sinônimo de fraqueza muscular, e é considerada a única causa de limitação funcional em pacientes com doenças neuromusculares.
que o treino de equilíbrio e de coordenação motora, no paciente com doença neuromuscular, é dispensável como enfoque terapêutico, pois não há necessidade de treinar as reações de equilíbrio, assim como treinar diversas modalidades de estratégias de antecipação e proteção, pois não há riscos de queda.
que as órteses são ferramentas desnecessárias para o posicionamento das articulações com desequilíbrios musculares e podem permitir maior instabilidade para o desempenho de atividades funcionais, promovendo a instalação das deformidades.
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