O presidente vinha administrando o país sem contar com uma base política de apoio. O PSD e o PTB dominavam o Congresso; Lacerda passara-se para a oposição, martelando suas críticas ao presidente com a mesma veemência com que o apoiara. A UDN tinha várias razões de queixa. O presidente agia praticamente sem consultar a liderança udenista no Congresso. Além disso, a política externa independente, assim como a simpatia presidencial pela reforma agrária, causava preocupações.
(Boris Fausto, História do Brasil. Adaptado)
No excerto, há referências diretas ao presidente