Considerando as exigências do governo e da sociedade pela racionalização dos gastos nos hospitais públicos, no Brasil, eclode uma busca pelo gerenciamento sustentável destas instituições. Dadas as assertivas seguintes, com base nessa abordagem,
I. Os custos em um hospital funcionam como em qualquer outra atividade, com particularidades a cada área: trata-se de prestação de serviços, cujo produto final é a recuperação e satisfação do paciente e de seus acompanhantes.
II. O que se espera de um sistema de custeio é que identifique qual é o custo de um produto ou serviço, onde é possível reduzir custos e/ou aumentar a qualidade, que permita realizar análises de relação custo versus benefício, ou seja, que permita tomar decisões rápidas e certas.
III. Um hospital público é formado por uma estrutura de alto dinamismo operacional, desenvolvendo atividades complexas no trato da saúde das pessoas, esses fatores descartam a impossibilidade de implantação do custeio baseado em atividades.
IV. O gerenciamento dos custos em hospitais públicos auxilia na preparação do orçamento, fator relevante na área pública. Sendo necessário determinar os custos por períodos, calcular o valor dos estoques de materiais (medicamentos), controlar quantidades físicas, além de estabelecer procedimentos que permitam controle e planejamento.
V. O sistema de contabilidade de custos é um subsistema do sistema de informação contábil e contempla a acumulação de dados, o processamento e a saída em forma de relatórios que facilitam as ações dos gestores a fim de otimizar os resultados, portanto, é um elemento importante para o planejamento dos hospitais públicos.
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