Caso clínico para responder à questão.
Uma professora do ensino médio, com 35 anos de idade, foi
à consulta com o alergista para acompanhamento de urticária
crônica. A doença já completou dois anos, porém está
controlada há um ano quando começou a fazer uso de
omalizumabe. A paciente, por orientação do médico, toma 4
comprimidos de levocetirizina por dia. Na consulta ela
confidenciou a seu médico que viu em mídia social,
informações a respeito de uma nova classe de medicamentos
para alergia, chamados genericamente de pequenas
moléculas. Mais especificamente, ela tomou conhecimento
de que essas medicações são chamadas pelos médicos de
inibidores de JAK. Ela ficou animada, pois trata-se de
medicação oral, e ela está desgastada por ter que tomar o
imunobiológico de modo parenteral. Por fim, ela perguntou
ao alergista se poderia trocar o tratamento que usa por essa
nova medicação para alergia.
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