Os corpos indígenas não tinham defesa contra moléstias europeias, como gripes, resfriados, sarampo, varíola e cólera; em razão disso, a mortalidade entre eles foi espantosa. Como exemplo, temos a epidemia de 1560–1562 que matou cerca de 10 mil índios no recôncavo da Bahia — os que fugiram da região levaram as doenças para tribos ainda não contatadas no interior do território, provocando muitas outras mortes.
(Laima Mesgravis. História do Brasil colônia, 2015.)
O texto permite afirmar que