Após o golpe político-militar de 1930, no período denominado Estado Novo, Getúlio Vargas, contava com os interesses de várias oligarquias e grupos dissidentes para empreender um novo projeto de Brasil, que transitaria da economia agrária baseada no café, para um universo urbano e industrial. Essa transição implicava, em especial, refletir sobre a "questão social", manifestada por uma potencial massa de trabalhadores que insurgia. A articulação da classe trabalhadora ao plano político de Vargas estava relacionada com: