É um conceito NÃO aplicável no tratamento do trauma facial:
Aproximadamente, um terço dos pacientes politraumatizados apresenta trauma de face.
O atendimento do trauma facial compreende as fases de emergência, precoce e definitiva.
Na fratura nasal, apesar da epistaxe ser muito frequente, não se espera equimose periorbital.
A principal complicação da fratura nasal é sua redução inadequada.
Fraturas da maxila utilizam a classificação de Le Fort em que a fratura piramidal é classificada como Le Fort II.
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