Homem de 23 anos é levado pela família ao
psiquiatra após abandono da faculdade. Nos últimos
14 meses, apresenta isolamento social progressivo,
embotamento afetivo acentuado, abulia grave
(permanece no quarto sem atividades), alogia
marcante e negligência grave com higiene pessoal.
Nega alucinações ou delírios estruturados, mas
refere vagamente que "as coisas não fazem mais
sentido". Nos últimos dois meses houve piora do
retraimento. Exames laboratoriais, toxicológico e de
ressonância magnética de crânio com resultados
normais. Nesse caso, para fechar o diagnóstico de
esquizofrenia, segundo o DSM-5-TR, é ESSENCIAL:
I. A presença de, pelo menos, um sintoma positivo (delírios, alucinações ou discurso desorganizado) em algum momento da doença.
II. A presença de comprometimento funcional em, pelo menos, duas áreas (trabalho, relações interpessoais, autocuidado).
III. A duração total dos sinais da perturbação por, pelo menos, seis meses, incluindo pelo menos um mês de sintomas da fase ativa.
IV. Exclusão de transtorno esquizoafetivo e transtornos do humor, com características psicóticas.
Assinale a alternativa CORRETA:
I. A presença de, pelo menos, um sintoma positivo (delírios, alucinações ou discurso desorganizado) em algum momento da doença.
II. A presença de comprometimento funcional em, pelo menos, duas áreas (trabalho, relações interpessoais, autocuidado).
III. A duração total dos sinais da perturbação por, pelo menos, seis meses, incluindo pelo menos um mês de sintomas da fase ativa.
IV. Exclusão de transtorno esquizoafetivo e transtornos do humor, com características psicóticas.
Assinale a alternativa CORRETA: