Para responder a essas questões, considere o caso clínico:
Uma cadela, sem raça definida, com cinco anos de idade, apresentou membranas mucosas pálidas, tumefação subcutânea na região torácica e sangue ressecado nos quatro membros. Os exames laboratoriais (hemograma e bioquímica sérica) revelaram volume globular (VG): 25% (37 – 55), concentração de hemoglobina (Hb): 8,4g/dL (12 – 18), número total de hemácias (He): 4,03x106/μ L (5,5 – 8,5x106), VGM: 62fL (60 – 77), CHGM: 34% (32 – 36), reticulócitos: 44 000/μ L (<60 000), plaquetas: 315x103/μ L (200 – 580x103), proteína total plasmática: 4,6g/dL (6 – 8), proteína total sérica: 4,1g/dL (5,4 – 7,4), albumina: 2,3g/dL (2,7 - 4,5) e globulina: 1,6g/dL (1,9 – 3,4). Além do eritrograma e do perfil bioquímico, foram realizados testes de coagulação cujos resultados foram tempo de coagulação ativada (TCA): >180 segundos (72 – 86), tempo de tromboplastina parcial ativado (TTPA): 180 segundos (9 – 11), fibrinogênio: 300mg/dL (100 – 400), tempo de sangramento (TS): 4 minutos (1 – 5).
A anemia é regenerativa, segundo os índices eritrocitários, e, além disso, a anemia pode ser muito aguda, confirmando o diagnóstico.