A análise historiográfica focada em estruturas globais do capitalismo mercantil muitas vezes obscurece as
agências locais dos sujeitos subalternizados. Por outro
lado, uma análise das redes de sociabilidade e das estratégias de resistência escrava exige uma redução da escala
de observação, sem perder de vista as conexões com o
sistema colonial atlântico. Esta ferramenta metodológica
foi aplicada pela corrente conhecida como:
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