Os processos de independência na América Hispânica, tradicionalmente vinculados à recepção dos ideais iluministas e às repercussões das revoluções atlânticas, têm sido reavaliados por historiadores como Tulio Halperin Donghi, Jaime Rodríguez O. e Rebecca Earle, que enfatizam a pluralidade de agendas, os conflitos regionais e as disputas internas pelas definições de soberania. À luz dessas contribuições, qual alternativa expressa uma leitura historicamente complexa sobre a construção dos Estados nacionais latino-americanos no século XIX?