Em junho de 2024, a taxa de desemprego no Brasil caiu
para 6,9%, a menor taxa desde 2015. Segundo dados
do IBGE, o número de empregados no setor privado
também foi o máximo já registrado, 52,2 milhões, impulsionado por novos recordes do total de trabalhadores com carteira assinada (38,4 milhões) e sem carteira
(13,8 milhões). A taxa de informalidade, que inclui empregados sem carteira assinada, empregadores sem CNPJ
e trabalhador familiar auxiliar, ficou em 38,6% do total de
ocupados no país.
(https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-07/ desemprego-cai-para-69-menor-indice-do-trimestre-desde- -2014#:~:text=A%20taxa%20de%20informalidade%2C %20que,no%20mesmo%20trimestre%20de%202023)
Considerando a história do sistema de saúde no Brasil e a relevância desse contexto para a oferta de serviços de saúde, como seria a situação de acesso à saúde pública para a população de trabalhadores formais e informais citada na notícia antes da criação do Sistema Único de Saúde (SUS) em 1988?
(https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-07/ desemprego-cai-para-69-menor-indice-do-trimestre-desde- -2014#:~:text=A%20taxa%20de%20informalidade%2C %20que,no%20mesmo%20trimestre%20de%202023)
Considerando a história do sistema de saúde no Brasil e a relevância desse contexto para a oferta de serviços de saúde, como seria a situação de acesso à saúde pública para a população de trabalhadores formais e informais citada na notícia antes da criação do Sistema Único de Saúde (SUS) em 1988?
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