A constituição do Estado-nação brasileiro ao longo do século XIX foi um processo complexo, tensionado por conflitos regionais, práticas autoritárias e tentativas de construção simbólica de uma identidade nacional unificada. Historiadores como Lilia Schwarcz, João Paulo Pimenta e Renato Franco problematizam os discursos de unidade territorial e racial, evidenciando as estratégias políticas e culturais das elites imperiais. Com base nessas abordagens, qual alternativa expressa uma análise historicamente rigorosa sobre a nacionalização no Brasil imperial?