Há seis meses, um homem de 58 anos sofreu um acidente
vascular cerebral isquêmico no hemisfério esquerdo. Atualmente,
deambula com supervisão e apresenta marcha hemiparética à
direita, com redução da velocidade, assimetria dos passos, menor
tempo de apoio no membro inferior direito e diminuição da
elevação do antepé, acompanhada de leve inversão durante o
balanço.
Observam-se um discreto aumento do tônus dos flexores plantares e inversores, fraqueza dos dorsiflexores e eversores e dificuldade para manter a cadência constante. Encontra-se clinicamente estável e consegue percorrer 10 metros com supervisão, sem colapso do joelho ou perda importante do equilíbrio. Não há dor nem limitação articular importante.
Sobre a recuperação da marcha neste caso, assinale a opção que indica o plano inicial mais coerente com as recomendações atuais.
Observam-se um discreto aumento do tônus dos flexores plantares e inversores, fraqueza dos dorsiflexores e eversores e dificuldade para manter a cadência constante. Encontra-se clinicamente estável e consegue percorrer 10 metros com supervisão, sem colapso do joelho ou perda importante do equilíbrio. Não há dor nem limitação articular importante.
Sobre a recuperação da marcha neste caso, assinale a opção que indica o plano inicial mais coerente com as recomendações atuais.