Uma paciente com histórico de câncer
ginecológico foi submetida à histerectomia radical e
radioterapia pélvica. No seguimento fisioterapêutico,
ela relata episódios frequentes de incontinência
urinária de urgência, com impacto significativo na
qualidade de vida. Após avaliação funcional, a
fisioterapeuta propõe o uso da eletroestimulação do
nervo tibial como recurso não invasivo, buscando
modular os reflexos miccionais através de
estimulação periférica.
Com base nos fundamentos neurofisiológicos e nas evidências clínicas sobre o uso da eletroestimulação do nervo tibial em disfunções do trato urinário inferior no contexto oncológico, analise as afirmativas a seguir:
I. A estimulação do nervo tibial atua em vias aferentes sacrais, modulando reflexos medulares relacionados ao controle da bexiga, sendo eficaz no tratamento da incontinência urinária por urgência.
II. A técnica de eletroestimulação do nervo tibial deve ser evitada em pacientes com histórico de câncer pélvico, pois há risco de recidiva por estimulação elétrica em regiões com passado oncológico.
III. A eletroestimulação do nervo tibial é uma opção de tratamento conservador de baixo risco, podendo ser indicada mesmo em pacientes com radiolesão pélvica ou limitações para terapias invasivas.
IV. Os protocolos de eletroestimulação do nervo tibial envolvem aplicações com duração média de 30 minutos, e são bem tolerados, inclusive por pacientes com alterações neurológicas secundárias a tratamentos oncológicos.
Está correto o que se afirma em:
Com base nos fundamentos neurofisiológicos e nas evidências clínicas sobre o uso da eletroestimulação do nervo tibial em disfunções do trato urinário inferior no contexto oncológico, analise as afirmativas a seguir:
I. A estimulação do nervo tibial atua em vias aferentes sacrais, modulando reflexos medulares relacionados ao controle da bexiga, sendo eficaz no tratamento da incontinência urinária por urgência.
II. A técnica de eletroestimulação do nervo tibial deve ser evitada em pacientes com histórico de câncer pélvico, pois há risco de recidiva por estimulação elétrica em regiões com passado oncológico.
III. A eletroestimulação do nervo tibial é uma opção de tratamento conservador de baixo risco, podendo ser indicada mesmo em pacientes com radiolesão pélvica ou limitações para terapias invasivas.
IV. Os protocolos de eletroestimulação do nervo tibial envolvem aplicações com duração média de 30 minutos, e são bem tolerados, inclusive por pacientes com alterações neurológicas secundárias a tratamentos oncológicos.
Está correto o que se afirma em: