Mulher de 35 anos dá entrada no serviço de emergência com hemiparesia à direita, de início súbito há cerca de duas horas. Após aproximadamente 20 minutos do início do déficit neurológico, evolui com cefaleia intensa, pulsátil, associada a náuseas, sem vômitos, fotofobia ou fonofobia.
Refere episódio semelhante há 3 dias, com resolução espontânea em cerca de uma hora. Devido à persistência do quadro atual, procura atendimento. Exames laboratoriais não evidenciam alterações relevantes, incluindo VDRL e anti-HIV não reagentes. A ressonância magnética de encéfalo não demonstra alterações estruturais ou isquêmicas. É realizada uma punção lombar, que evidencia pleocitose linfocítica, sem outras alterações significativas.
Diante do quadro clínico e dos achados nos exames complementares, o diagnóstico mais provável é: